IBOPE:DINO SOBE,LOBÃO CAI…

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A nova pesquisa Ibope/TV Mirante, divulgada hoje, mostrou um crescimento de 6 pontos percentuais nas intenções de voto do comunista Flávio Dino, na disputa pelo Governo do Estado.

Ele aparece agora com 48% das intenções de votos, contra 27% dados a Lobão Filho (PMDB).

A diferença entre os dois,a gora, subiu para 21 pontos percentuais.

Flávio Dino cresceu em relação à pesquisa anterior tirando votos de Lobão filho e dos demais adversários – que, juntos, não somaram nem 1% -, mas  praticamente não conseguiu convencer os eleitores indecisos, que ainda somam 16%.

Isso mostra que, apesar de liderar a disputa, o comunista enfrenta forte resistência no eleitorado, que está praticamente dividido no Maranhão.

Mas o grupo que cerca o candidato Lobão filho – com excelente performance, apesar do bombardeio diário e de sofrer o desgaste da “estratégia do caos” criada pelos comunistas – não consegue reagir para reverter o quadro.

E ainda faltam 15 dias para o pleito…

A pesquisa Ibope/TV Mirante ouviu 1.204 eleitores e foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolos MA-0052/2014 e BR-0696/2014. Os dados foram colhidos entre os dias 15 e 20 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança estimado é de 95%.

CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA PRIORIZAM SUDESTE E IGNORAM CINCO ESTADOS

Dilma, Marina e Aécio apostam nos principais colégios eleitorais, que contêm grande número de indecisos

As agendas das campanhas eleitorais revelam o peso estratégico das regiões brasileiras no xadrez eleitoral. Quase 60% dos compromissos dos três principais candidatos à Presidência da República foram no Sudeste, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Do outro lado do tabuleiro, cinco estados – Alagoas, Amapá, Roraima, Sergipe e Tocantins – foram ignorados pelas campanhas da presidente Dilma Rousseff (PT), de Marina Silva (PSB) e de Aécio Neves (PSDB).

Desde o dia 6 de julho, quando oficialmente foi dada a largada na disputa, a presidente foi quem menos percorreu o país. Dilma não deu as caras em 16 estados. Marina Silva, embora com menos tempo de campanha, até esta sexta-feira não havia pisado em 15 estados. Em terceiro nas pesquisas, Aécio Neves, por sua vez, gastou mais sola de sapato. Deixou apenas seis estados fora de sua agenda de campanha até o momento.

Enquanto cinco estados ficaram fora dos radares de Dilma, Marina e Aécio, São Paulo foi o mais visitado pelos presidenciáveis: uma de cada três das 160 agendas oficiais feitas por eles entre os dias 6 de julho, data oficial do início da campanha. Foram 53 agendas de Dilma, Marina e Aécio entre os paulistas. No Rio, foram outros 25 compromissos. Nos dois estados, que juntos representam 37% das agendas, há cerca de cinco milhões de eleitores indecisos, segundo a última pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada ontem.

Uma coisa explica tamanha dedicação aos eleitores paulista e fluminense: a quantidade de indecisos no Rio e em São Paulo é o equivalente a soma de todas as pessoas aptas a votar nos cinco estados ignorados.

- É natural a concentração de agendas na Região Sudeste, em especial São Paulo, que desde a entrada de Marina Silva na disputa virou uma grande incógnita em relação ao processo eleitoral. É um eleitorado que não está apenas decepcionado com o governo federal, como também não reconheceu no candidato do PSDB um sucessor dos votos do grupo político que comanda o estado nas últimas duas décadas – afirmou o pesquisador e cientista político da UFRJ Sandro Corrêa.

A análise de Corrêa se reflete em números. A região mais ignorada pelos presidenciáveis é o Norte do país. Dilma só pisou lá três vezes, sendo que, em duas oportunidades, ela apenas gravou imagens para o horário eleitoral gratuito. Na mesma região, Aécio esteve no Acre, Amazonas e Pará. Desde que entrou na disputa, Marina ainda não voltou a região que fez dela símbolo internacional da luta ambiental no país.

Para o cientista político Ricardo Ismael, da PUC-Rio, o pouco deslocamento dos presidenciáveis é algo natural dentro do atual processo eleitoral onde o maior embate acontece na cobertura da mídia e na propaganda da TV. Para ele, a presidente Dilma não precisa percorrer o país por conta do seu “latifúndio” televisivo.

- Quem mais tem que se preocupar em viajar o país é a Marina Silva, que tem muito pouco tempo para expor suas ideias e propostas e poderia compensar com a cobertura da imprensa local de cada estado. Mas ela acabou prejudicada por conta da entrada tardia no processo eleitoral – afirma o professor da PUC-Rio.

Corrêa concorda com o Ismael, mas ressalta a exposição da candidata após a morte de Eduardo Campos:

- Ela teve uma exposição incomum com a morte Campos. Não dá para ignorar.

O coordenador de campanha de Marina Silva, Walter Feldman, afirmou que a ordem direta da candidata é fazê-la presente no maior número de estados possíveis no primeiro turno. Ele concorda com a avaliação do professor Ricardo Ismael de que é necessário fazer da presença da candidata do PSB nos estados um instrumento de compensação do pouco tempo no programa eleitoral:

- O ideal seria visitarmos todos os estados, mas vai ser praticamente impossível dado o curto período que tivemos para reorganizar a campanha. Mas a ordem da Marina é intensificar o máximo possível o número de viagens. É com a cobertura da mídia local que estamos conseguindo ampliar o espaço de Marina.

A concentração de viagens em São Paulo e no Rio, segundo analistas ouvidos pelo GLOBO, foi potencializada pela mudança do cenário eleitoral com a entrada de Marina na disputa. Principalmente, segundo eles, pelas debilidades encontradas pelo PT e PSDB nos dois estados que, juntos, representam 30% do eleitorado brasileiro.

- Entre os paulistas estão os maiores índices de rejeição de Dilma e ao governo. Nem mesmo a presença do Lula conseguiu fazer com que ela tivesse um melhor desempenho no estado. E a campanha ainda foi prejudicada pelo péssimo desempenho do candidato petista no estado – afirmou Ismael.

Já para Corrêa, os tucanos não conseguiram transferir ao candidato Aécio Neves a vantagem conseguida por José Serra e Geraldo Alckmin nas últimas duas eleições.

- Nem mesmo com o Alckmin, que deve ser reeleito no primeiro turno, colocando o Aécio debaixo do braço, o mineiro decola – afirmou.

Feldman afirmou que presença de Marina constantemente em São Paulo e no Rio é estratégica:

- Eles (os estados) foram explosivos para Marina. E é onde temos a nossa base e onde vamos ainda concentrar o máximo de agenda possível.

Em nota, a campanha do PT informou que a adoção de coletiva durante a eleição se deu por “conta da conciliação das atividades como chefe de governo e de Estado”. Eles apontaram ainda que a “ampla base de apoio facilitou” o trabalho da presidente que contou ainda com apoiadores como o ex-presidente Lula.

O PSDB informou que o candidato faz questão de visitar todos os estados e que a campanha tem a meta de percorrer todo o país. Sobre a priorização por SP, a campanha informou que a coordenação de campanha é fixada no estado sendo “natural” ter mais atividades.

(O GLOBO)

O QUE LEVA O ELEITOR BRASILEIRO A VOTAR EM BRANCO OU NULO?

Desalento. A percepção é de que o próprio voto vale pouco. O sentimento é de impotência diante do “mundo da política”, entendido como predatório e incapaz de transformações que beneficiem a sociedade. Nesta toada, um batalhão de eleitores se prepara para não comparecer à sua seção, deixar a sua marca em branco ou simplesmente anular o voto no próximo 5 de outubro. Se este contingente vai aumentar, só as urnas dirão, mas o histórico das últimas eleições pode ser um indicativo do próximo cenário.

Entre 2002 e 2010, os votos nulos e brancos e as abstenções cresceram em números absolutos não apenas para deputado estadual e federal, mas também para o governo de Minas e, em âmbito nacional, para a Presidência da República. A decisão de não participar da política pode sinalizar muitas coisas, como explica o cientista político e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Carlos Ranulfo. “O voto nulo e branco pode informar que o eleitor está alheio ao processo, não quer saber, nem se envolver. Pode também ser consequência de o eleitor não ter encontrado nenhuma opção que lhe agrade entre os candidatos colocados. Pode ainda ser um protesto consciente, como nos tempos da cédula, em que rabiscavam e escreviam mensagens”, avalia.

A secretária Ana Carolina Sales Peixoto, de 23 anos, mais uma vez irá comparecer à sua seção eleitoral para anular o voto. O motivo de sua alienação: não acredita nos políticos. “Não apenas eu, mas toda a minha família”, afirma convicta a testemunha de Jeová. A decepção com políticos e a certeza de que não farão o que é necessário é a motivação. “Governantes humanos não vão melhorar a situação precária da educação e da saúde. É perda de tempo”, afirma ela, que desde os 16 anos anula sistematicamente a sua participação nas eleições.

O sentimento é partilhado por Caio Mateus Martins Marinho, de 17 anos, que, apesar de ter tirado o título, vai votar em branco em sua estreia. “Não gosto de política. É tudo mentira. Não acredito em nenhum deles. Não voto para nada”, diz. Já Patrícia Brasileiro de Oliveira, de 37 anos, não quer se sentir responsável por ter contribuído com a eleição de nenhum dos candidatos. “Se vier algo muito ruim e pior ainda do que já está aí saberei que não é culpa minha”, argumenta.

Pressão Enquanto esses eleitores do voto nulo e branco, em maior ou menor intensidade, têm uma percepção negativa da política, em Rio Pardo de Minas, no Norte de Minas, o voto nulo e branco será expressão de um movimento político, que procura transformar a realidade de “abandono” do município. “Foram tantas eleições e promessas de asfaltamento dos 34 quilômetros da estrada que liga a cidade a Montes Claros que desta vez resolvemos dar um basta”, afirma Eduardo Dias da Rocha, mentor do movimento gestado há um mês, que foi batizado de Sem asfalto, sem voto. Nessas quatro semanas, o protesto se alastrou. Já são 3.770 membros do grupo no Facebook, carros adesivados e uma mania que ameaça se espalhar para a cidade vizinha de Taiobeiras, onde é gestado o grupo Sem barragem, sem voto. Ali, a obra inacabada deixa o município sem água no período de seca. Ainda incipiente, na Zona da Mata, nas cidades de Paula Cândido e Divinésia, o voto nulo é também argumento em página criada no Facebook para o protesto contra a falta de pavimentação de estradas.

O “nulo e branco” em Rio Pardo de Minas não será indiscriminado, segundo Eduardo Rocha. “O movimento é dirigido ao voto para deputado estadual e deputado federal”, explica ele. Nas eleições de 2010, os mais votados na cidade para a Assembleia foram a ex-deputada estadual Ana Maria (PSDB) e, para a Câmara dos Deputados, o ex-deputado federal Márcio Reinaldo (PP). Nenhum dos dois está no exercício do mandato. “São sempre falsas promessas. A cidade tem 142 anos e não tem mercado, não tem rodoviária e a maioria das ruas da parte alta não são asfaltadas. Estamos protestando contra os deputados e vamos demonstrar nossa força votando nulo ou branco”, diz Eduardo.

(O IMPARCIAL)

O DRAMA DA PEQUENA MARINA VITÓRIA EM DOM PEDRO

ALINE DIAS E MARINA

ALINE DIAS(MÃE) E MARINA(FILHA)

O drama da pequena Marina Vitória, moradora da Serra da Boa Vista, povoado distante quatro quilômetros de Dom Pedro comoveu a população de Presidente Dutra. Marina nasceu com problema em um dos vasos lacrimais que fica quase que o tempo todo soltando pus. Ela até já se habituou a espremer e tirar o pus quando começa se irritar, conforme mostra a imagem abaixo; “E isso é direto que acontece”, garante a mãe Aline Dias. “O problema é tão sério que está prestes a atingir o outro olho se não for operado e a operação custa mais de TRÊS MIL E QUINHENTOS REAIS e a gente não tem condição de mandar operar”, declarou Seu Carlos, pai de Marina. Atenção! a imagem é forte e comovente.

CASA MARINA

CASA DE MARINA NO POVOADO SERRA DA BOA VISTA EM DOM PEDRO

A família mora numa casa de taipa, a mãe, Aline Dias ocupa seu tempo com a lida da casa e os cuidados com Marina Vitória, o pai Carlos de Sousa é lavrador. Depois de receber a notícia da Secretaria Municipal Saúde de Dom Pedro, que a cirurgia não poderia ser feita no município e teria que ser encaminhada ao SUS em São Luis, Aline Dias entrou em desespero, já sabendo das dificuldades que enfrentaria com a demora no encaminhamento, marcação de consulta e cirurgia. O titular deste Blog entrou em contato com o Secretário Municipal de Saúde de Dom Pedro, Sandro Monteiro e este declarou já ter tomado todas as providências no sentido de encaminhar a garota para São Luis; “No Maranhão, somente um médico, o Dr. Sérgio Meireles é quem faz esse tipo cirurgia pelo SUS e está participando de um seminário e só volta a atender depois do dia 20 de setembro, é a partir dessa data que nós, da secretaria, vamos encaminhar a Marina Vitória”, afirmou Sandro, para em seguida completar: “Tudo que estava em nosso alcance, nós fizemos”.

Balanço Geral

Aline Dias, mãe de Marina, foi informada por uma parenta que em Presidente Dutra, o Balanço Geral fazia campanhas de solidariedade. Ela procurou pessoalmente a TV Cidade e de pronto toda equipe se apaixonou pela pequena Marina Vitória; “A Marina é tão meiga que toda equipe adotou ela, uma fofa”, declarou emocionada a repórter Stephanie Pacheco.

Depois do primeiro programa, o semblante de mãe e filha era outro. Marina segura parte do dinheiro doado.

E através de mais esta campanha do Programa Balanço Geral da TV Cidade Canal 7, a comunidade se solidarizou com o sofrimento de Aline Dias, mãe da garota. E doações e mais doações em dinheiro começaram chegar ao programa. Muita gente que foi deixar sua contribuição pessoalmente foi direto ao estúdio conhecer Marina Vitória. Alguns, de tão emocionados, chegaram a chorar ao vivo durante o programa. “eu estou emocionado, porque tenho duas filhas e não queria que elas passassem pelo sofrimento que essa criança está passando”, disse um motorista da Schim quando entregava sua contribuição aos pais da menina. Em três programas, foram arrecadados e depositados na conta de Aline no Banco do Brasil, mais de 3 mil e 500 reais. Aline Dias disse para a equipe do Balanço Geral fazer os depósitos por medo de ser assaltada em sua humilde casa na Serra do Boa Vista. A campanha continua nesta sexta-feira.

Este blogueIro tira o chapéu e agradece de coração toda população de Presidente Dutra que deu um show de solidariedade, principalmente os mais humildes que foram os que mais doaram um pouco do que tinham para ajudar Marina Vitória. Como em todas as outras campanhas de Solidariedade, a ausência mais uma vez, foi da classe política. Nem mesmo aqueles que estão em plena campanha eleitoral deram o ar da sua graça. Lamentável.

DOAÇÕES PODEM SER DEPOSÍTADAS NO DO BANCO DO BRASIL

AGÊNCIA: 2031-1

CONTA POUPANÇA: 15.399-0 – VARIAÇÃO 51

NOME: ALINE DIAS DA SILVA

(POR ADONIAS SOARES)

DEDÉ MACEDO,O APOIADOR PESADO DE FLÁVIO DINO

dede Dedé Macedo, o apoiador pesado de Flávio Dino

DEDÉ MACEDO NA INAUGURAÇÃO DA SUA BOATE EM SÃO LUÍS

Atende pelo nome de José Wilson de Macedo, mais conhecido como Dedé Macedo, a figura por trás da estrutura de campanha do comunista Flávio Dino ao Governo do Maranhão. O rico empresário e pecuarista, dono da boate dos endinheirados de São Luís, a Pink Elephant, é o homem do bolso fundo na campanha do candidato do PCdoB.

A boa relação entre Dedé e Dino é antiga, perpetuada em terra e, principalmente, no ar por onde o candidato comunista costuma voar para visitar os municípios maranhenses em campanha eleitoral. Desde 2010 é assim. E o rico empresário, suspeito entre outros atos de ligações com agiotas, dizia a quem quisesse ouvir estar disposto a gastar R$ 50 milhões de reais para eleger seu amigo Dino.Dizem os mais próximos que a afinidade entre os dois foi à primeira vista. Um coronel reconhecendo o outro.

Nas eleições passadas, Dino se eximia de conhecimento e responsabilidades sobre o uso do helicóptero que teria sido alugado ou emprestado – até hoje não se sabe ao certo – para a campanha comunista que foi derrotada naquele ano.  Dedé Macedo financiava as viagens pelos céus do Maranhão e uma boa parte do projeto dinista rumo ao poder. Passaram-se quatro anos e pouca coisa mudou nas relações de amizade e troca de favor entre ambos.

A pergunta que não quer calar é: por que um homem tão rico como Dedé Macedo faz questão de financiar a campanha de Dino? Seria apenas “bondade”, vontade de “mudar o Maranhão” ou pura afinidade com a idelogia comunista?

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Mesmo antes da campanha política começar, ainda no agora longínquo mês de fevereiro, Flávio Dino percorria o Maranhão no seu engodo de caravana intitulada Diálogos pelo Maranhão. E lá estava, na cidade de Coelho Neto, o empresário com um hospital de propriedade do Hospital das Clínicas de Teresina (PI) para participar ao lado dos filhos da caravana dinista.

helicpptero2 Dedé Macedo, o apoiador pesado de Flávio DinoAgora já com as eleições em pleno andamento, o helicóptero que leva para cima e para baixo Flávio Dino é de propriedade de ninguém menos que do próprio Dedé. Fotos recentes mostram Dino embarcando e partindo no interior da aeronave. Não há problema nisso, claro, mas essa informação deve constar na declaração de campanha do candidato. Há prazo para isso até o final da eleição e diante das pressões, todos esperam que não aconteça como em 2010, quando as informações foram surrupiadas.

Os comunistas imberbes devem estar se esforçando em criar explicações para essa relação nada casual. O nome de Dedé Macedo e de seu irmão Josimar Nobre Macedo apareceram atrelados não apenas a Dino, mas também a esquemas fraudulentos de corrupção que a polícia investiga.

Diante de ligações tão perigosas, Flávio Dino recolhe-se em longo e sepulcral silêncio como sempre faz em ocasiões que não tem como esgoelar-se afirmar-se injustiçado ou não pode processar alguém.

Para quem se apresenta como ficha limpa e “homem de conduta ilibada e temente a Deus” explicações viriam a calhar.

Por estas e outras “Diga-me com quem tu andas que te direi quem és” simples assim.

por Antonio Dias

Datafolha: Dilma soma 37%, Marina, 30%, e Aécio, 17%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (19) pelo jornal “Folha de S.Paulo” aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para a Presidência da República:

– Dilma Rousseff (PT): 37%
– Marina Silva (PSB): 30%
– Aécio Neves (PSDB): 17%
– Pastor Everaldo (PSC): 1%
– Luciana Genro (PSOL): 1%
– Eduardo Jorge (PV): 1%
– Zé Maria (PSTU): 0%*
– Rui Costa Pimenta (PCO): 0%*
– Eymael (PSDC): 0%*
– Levy Fidelix (PRTB): 0%*
– Mauro Iasi (PCB): 0%*
– Branco/nulo/nenhum: 6%
– Não sabe: 7%

* Cada um dos cinco indicados com 0% não atingiu, individualmente, 1% das intenções de voto. Somados, eles têm 1%.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 10, Dilma tinha 36%, Marina, 33%, e Aécio, 15%.

Segundo o Datafolha, é a primeira vez que Dilma abre vantagem sobre Marina desde a entrada da candidata do PSB na disputa, em agosto, após a morte de Eduardo Campos. A vantagem da petista passou de 3 para 7 pontos.

Segundo turno
O levantamento divulgado nesta sexta indica que, em um eventual segundo turno entre Dilma e Marina, as candidatas aparecem empatadas tecnicamente. A candidata do PSB tem 46% e a do PT, 44%. Na semana passada, Marina, com 47%, e Dilma, com 43%, também estavam tecnicamente empatadas.

Na simulação de segundo turno entre Dilma e Aécio, a petista vence por 49% a 39% (49% a 38% na semana anterior).

O instituto também fez uma simulação entre Marina e Aécio. O resultado foi 49% a 35% para a candidata do PSB (ante os 54% a 30% do último levantamento).

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

O Datafolha ouviu 5.340 eleitores em 265 municípios nos dias 17 e 18 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00665/2014.

Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao entrevistado em quem ele pretende votar, sem apresentar a lista de candidatos), os resultados são os seguintes:

– Dilma Rousseff: 30%
– Marina Silva: 24%
– Aécio Neves: 12%
– Outras respostas: 1%
– Em branco/nulo/nenhum: 6%
– Não sabe: 26%

Rejeição
A presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Nesse item da pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de um nome.

– Dilma Roussef: 33%
– Marina Silva: 22%
– Aécio Neves: 21%
– Pastor Everaldo: 21%
– Zé Maria: 18%
– Levy Fidelix: 18%
– Eymael: 17%
– Luciana Genro: 16%
– Rui Costa Pimenta: 15%
– Eduardo Jorge: 15%
– Mauro Iasi: 14%

Avaliação da presidente
A pesquisa mostra que a administração da presidente Dilma Rousseff tem a aprovação de 37% dos entrevistados, que se refere aos entrevistados que classificaram o governo como “ótimo” ou “bom”.

Os que julgam o governo “ruim” ou “péssimo” são 24%, segundo o Datafolha. Para 38%, o governo é “regular”. Os dois índices são os mesmos do levantamento anterior.

O resultado da avaliação é:
– Ótimo/bom: 37%
– Regular: 38%
– Ruim/péssimo: 24%
– Não sabe: 2%

A nota média atribuída pelos entrevistados ao governo foi 6,1.